Operação Nacional da Polícia Civil recupera celulares roubados e devolve aos proprietários

  • Publicado em 19 dez 2024 • por Carlos Eduardo Orácio •

  • Com o objetivo de recuperar telefones celulares que foram subtraídos de vítimas e identificar os autores dos crimes, bem como possíveis receptadores, desestimulando o comércio ilegal de celulares no país, a Polícia Civil, através do Conselho Nacional dos Chefes de Polícia Civil (CONCPC) e com o apoio do Ministério da Justiça, lançou a operação Mobile.

    Milhares de intimações foram enviadas eletronicamente em todo o Brasil nos meses de novembro e dezembro e já foram recuperados mais de 2583 aparelhos no país.

    No Mato Grosso do Sul, a Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos – DERF está frente da operação nacional e já recuperou 30 aparelhos e identificou 101 como roubados e/ou furtados em 2024. As buscas e intimações continuarão para fins de recuperação dos que ainda faltam.

    “Essa operação tem o intuito de incentivar as pessoas que tiveram os celulares roubados a procurarem uma delegacia para registrar a ocorrência. Só assim vamos poder investigar e conseguir devolver os aparelhos”, explica Heloísa Brito, Delegada-Geral da Polícia Civil da Bahia e presidente do CONCPC.

    De acordo com a Delegada-Geral Heloisa Brito, é somente através do registro do Boletim de Ocorrência do roubo que o aparelho é localizado.

    “Cada celular tem um número de identificação único e global, chamado de IMEI (International Mobile Equipment Identity). Com esse número nós conseguimos recuperar o celular.”  Esclarece a delegada.

    A operação Mobile não para. Ela vai continuar sendo realizada periodicamente em todo o país. “É preciso que as pessoas entendam que não se deve comprar celular sem nota fiscal. Essas compras incentivam os roubos. Quem compra produto roubado comete o crime de receptação. A Polícia Civil vai continuar fazendo esse trabalho de investigação para prender quem rouba e devolver os aparelhos aos donos. Assim pretendemos reduzir esse tipo de crime.” Conclui Heloísa Brito.

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