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Polícia Civil esclarece homicídio ocorrido em julho do ano passado, na Capital

  • 11 abr 2017
  • Categorias:Geral
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CAMPO GRANDE (MS): A Polícia Civil, através da 4ª Delegacia da Capital esclareceu homicídio doloso ocorrido no dia 29 de julho de 2016. Na ocasião, equipes de policiais da Delegacia compareceram em uma área de chácaras localizada a 500 metros da BR 163, proximidades do reservatório da Águas Guariroba, Jardim Itamaracá, onde foi encontrado o corpo de um indivíduo de cerca de 20 anos de idade.

De acordo com o inquérito, aparentemente, a vítima teria sofrido agressão por instrumento contundente, que lhe provocou uma lesão no crânio, hematomas na mão e apresentava uma espécie de cordão e/ou cadarço amarrado ao pescoço. Havia vestígios de luta no local e não foram encontrados documentos pessoais com a vítima.

Nas proximidades estava uma motocicleta, com ligação direta, bem como dois capacetes e um casaco, que foram apreendidos. De acordo com as testemunhas, por volta das 3 horas alguém fazia inúmeros xingamentos, aparentando se tratar de uma mulher. As testemunhas relataram ainda que o local é utilizado por usuários de drogas e para prostituição.

Por volta das 6h40min dois indivíduos estranhos ao ambiente foram vistos pelo local, mas nenhum grito ou ruído foi ouvido.

Posteriormente, a vítima foi reconhecida por parentes junto ao IMOL, sendo identificado como BRUNO CESAR MATIAS DE SOUZA, o MASCOTE, morador no Bairro Estrela do Sul. Conforme levantamento, por volta de 4h20min ele pegou a motocicleta de um amigo emprestada, de alcunha LP, para ir adquirir mais drogas, e não retornou para casa.

Segundo LP eles ficaram toda a noite fazendo uso de entorpecentes. LP saiu em busca de BRUNO e quando viu a matéria sobre o achado do cadáver, reconheceu sua motocicleta e ainda alguns objetos encontrados próximo da vítima.

Um primo da vítima, residente no Jardim Noroeste, informou que ouvira boatos de que BRUNO foi até o bairro a sua procura para juntos comprarem drogas e que lá aquele teria encontrado com um indivíduo de apelido “ZÓIO”. Esta pessoa teria chamado BRUNO para praticarem crimes, visando arranjar dinheiro e posteriormente teria o matado.

ZÓIO foi reconhecido no SIGO como ADRIANO VIEIRA DE OLIVEIRA. O mesmo teria dito anteriormente que mataria um parente de C.M.S., pois tiveram um entrevero dias antes, que resultou em agressões e ameaças entre ambos.

L.V.P.V., amigo da vítima, afirmou que conhecia tanto C.M.S. quanto ADRIANO e que o primeiro teve uma rixa com um rapaz conhecido por D., sendo que ADRIANO tomou as dores de D., passando a promover rixa com C.MS., e inclusive se juraram de morte um ao outro.

Interrogado, ADRIANO confirmou o homicídio, mas em sua versão disse que em de 28/7/16, se envolveu em uma briga com C., e ele passou a ameaçar tanto ele quanto D. Na data dos fatos, por volta das 6h30min, ADRIANO estava na frente da casa de D., quando ali chegou um rapaz em uma motocicleta de cor preta, pedindo para beber e usar drogas com ele. Mais tarde, esse rapaz chamou ADRIANO para irem comprar mais drogas, sendo que se deslocaram para o Bairro Cristo Redentor.

Chegando em uma propriedade rural, aos fundos do Jardim Itamaracá, o rapaz da motocicleta mandou ADRIANO descer e abrir a porteira, que continuariam a pé. Nisso, foi atacado por aquele rapaz, com o capacete, sendo atingido na cabeça, o qual disse que iria matá-lo, por causa do primo C., onde colocou a mão sob a camiseta que trajava.

 

Ocorre que ADRIANO, que veio de garupa na motocicleta e viu não havia nenhuma arma com BRUNO reagiu, se jogando contra ele que, ao cair no solo, bateu com a cabeça em uma espécie de coxo de concreto, lesionando-se. BRUNO então teria dito que não pretendia matá-lo, mas ADRIANO, apanhando um cordão do casaco que usava e que BRUNO havia arrancado na breve luta anterior, enrolou-o no pescoço da vítima e enforcou-a.

Segundo ADRIANO, na sequência ouviu o som de motocicleta e viu que se aproximava C. e um indivíduo na garupa e por isso deduziu que foi levado até ali por BRUNO para ser morto, mas por alguma razão C. se atrasara.

Fugiu pelo matagal e posteriormente veio a ser preso, já que se encontrava foragido da Colônia Penal.

ADRIANO VIEIRA DE OLIVEIRA, o ZOIO VADIMA, possui inúmeras ocorrências policiais em seu desfavor, de furtos, roubos, sequestro e tentativas de homicídio, encontrando-se atualmente custodiado no Instituto Penal.

 

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